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[DOC78] 1- A Rádio Auriverde (70 min) Com imagens e sons inéditos do Brasil na Segunda Guerra, o filme penetra no desconhecido universo da guerra psicológica que conturbou a presença da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Itália (1944-45). Através das musicalmente alegres e debochadas transmissões de uma rádio clandestina, tema-tabu entre os pracinhas, o filme acaba também revelando as tragicômicas relações entre os Estados Unidos e o Brasil durante o conflito - cujas conseqüências jamais se esgotaram. Prêmio de Melhor Pesquisa no V Festival de Cinema de Natal. [DOC79] 2- A Cobra Fumou (90 min) [DOC108] 3- Senta a Pua! (120 min) Senta a pua! :"Lançar-se sobre o inimigo com decisão, golpe de vista e vontade de aniquilá-lo." Documentário que, a partir de entrevistas, imagens de arquivo, fotos e ilustrações, recupera a história do Primeiro Grupo de Aviação de Caça do Brasil, que no dia 6 de outubro de 1944 desembarcou no porto de Livorno, na Itália, para participar da Segunda Guerra Mundial. O grupo era formado por dos 49 pilotos e 417 homens de apoio. [DOC319] 4- Irmãos de armas (120 min) Irmãos de Armas é um relato fiel da trajetória de um dos muitos pelotões de infantaria que formaram a Força Expedicionária Brasileira na Campanha da Itália, entre 1944 e 1945. Reunindo diversos documentos raros do acervo pessoal do ex-tenente José Gonçalves, o documentário nos apresenta a história da FEB a partir do ponto de vista dos oficiais subalternos e praças, que enfrentaram a parte mais dura da guerra, em contato constante com o inimigo nas posições do front. [DOC430] 5- Caminhos da reportagem: Os pracinhas (50 min) Caminhos da Reportagem viaja pelo Brasil e pela Itália e refaz os caminhos dos pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB). São eles que vão contar como foram as batalhas em que morreram quase 500 soldados. Nos depoimentos, relatos sobre o frio, a prisão em campos de concentração, a vitória e o retorno à vida normal no Brasil. [DOC441] 6- A tentação totalitária (50 min) Onde o austríaco Adolf Hitler encontrou o veneno para intoxicar a Alemanha, parte da Europa e incendiar o mundo? Hitler não inventou o racismo, apenas modernizou as teorias sobre a inferioridade de certas raças. Hitler não procurou a política, a política foi atrás dele quando logo depois da 1ª Guerra fez um curso para líderes anti-bolcheviques. Veja toda essa influência em terras brasileiras! |


